
Digital Water AI Assistant
Identifique e resolva problemas em sua planta em tempo real.
Água final com turbidez > 0.5 uT, apresentando aspecto leitoso ou com partículas visíveis.
Água com coloração amarelada, avermelhada ou escura, causando manchas em roupas e sanitários.
Reclamações de gosto de terra ou mofo na água (Geosmina/MIB).
Análise aponta N-amoniacal > 5 mg/L no efluente final, indicando falha no processo de nitrificação.
Indica desnitrificação incompleta no sistema biológico.
Remoção biológica ou química de fósforo ineficiente.
Desinfecção ineficaz no efluente final, ultrapassando limites de outorga.
Presença de alumínio solúvel na água tratada acima dos padrões de potabilidade.
Análise aponta THMs acima de 0,1 mg/L na rede de distribuição.
Dificuldade em formar flocos e pH da água tratada cai drasticamente após adição de coagulante.
Filtros atingem perda de carga máxima em tempo muito curto (< 12h), exigindo lavagens excessivas.
Flocos não decantam e sobrenadam no decantador, passando para os filtros.
Formação de bolas de lodo aglomeradas dentro do leito filtrante, reduzindo a área útil de filtração.
Dificuldade na formação de flocos (partículas pequenas ou quebradiças) que não decantam após a coagulação.
Pequenos flocos suspensos que não decantam, comuns em sistemas de Lodos Ativados.
pH do efluente < 6,0 e presença de odor ácido característico.
Saída excessiva de lodo granular ou floculento com o efluente do reator.
Aumento rápido da pressão transmembrana (TMP) mesmo com limpezas frequentes.
Rendimento de biogás abaixo do esperado para a carga orgânica aplicada.
Leituras inconsistentes ou fixas nos medidores de pH, Turbidez ou Cloro residual.
Aumento da pressão transmembrana (TMP) e queda na vazão de permeado.
Nível do leito filtrante baixando constantemente; material encontrado no canal de descarte.
Indica remoção ineficiente — pode ser falha biológica, sobrecarga ou baixa biodegradabilidade.
Indica dosagem ineficiente, falta de controle ou variação brusca na qualidade da água bruta.
Sólidos Suspensos Totais acima do limite no efluente final.
Impacta a estabilidade do sistema biológico, causando picos de carga ou subalimentação.
Ruído excessivo (como pedras no rotor), vibração e queda de rendimento da bomba.
Bomba opera mas não dosa produto (perda de escorva) ou vazão oscilante.
Estrondos na tubulação e oscilação violenta de manômetros ao ligar/desligar bombas.
Produto químico escorre pela carcaça da bomba, pondo em risco a segurança e comprometendo a dosagem.
Mancais de bombas ou sopradores operando com temperatura > 80°C.
Transbordamento no canal de entrada ou acionamento de torque excessivo no rastelo.
Lodo adensado sai muito diluído (SST < 2%), aumentando custos de desaguamento.
Lodo desidratado (torta) com umidade excessiva (> 80-85%), dificultando transporte e disposição.
Lodo com má decantabilidade na ETE, flotando no decantador secundário e saindo no efluente.
Blocos de lodo escuro subindo à superfície do decantador secundário, soltando bolhas de gás.
Espuma marrom, viscosa e estável cobrindo o tanque de aeração.
Lodo primário subindo à superfície com odor de ovo podre (H₂S) e cor preta.
Consumo excessivo de coagulante sem melhora na qualidade da água bruta ou decantada.
Proliferação excessiva de cianobactérias no manancial, gerando gosto, odor e risco de toxinas na água tratada.
Formação de flocos pequenos, quebradiços ou sem peso, resultando em arraste acelerado para os filtros.
Perda drástica de transferência de oxigênio por entupimento ou colmatação física das membranas de aeração.
Dificuldade em concentrar sólidos no fundo do adensador por gravidade, gerando lodo ralo e arraste de flocos no sobrenadante.
Baixo rendimento do desidratador mecânico com torta de lodo úmida e retorno excessivo de sólidos no filtrado.
Nossa inteligência artificial pode ajudar a diagnosticar casos não listados.
