Curso EAD Tratamento de Águas de Resfriamento
Instrutor: José Luiz Brunhara
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Instrutor: José Luiz Brunhara
Instrutor: Henrique Martins Neto
Instrutor: Luiz F. Bezerra
Instrutor: Luiz F. Bezerra
Instrutor: Luiz F. Bezerra
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Instrutor: Luiz F. Bezerra
Instrutor: Luiz F. Bezerra
Instrutor: José Luiz Brunhara.
Ciclos diários e sazonais do oxigênio dissolvido em rios, lagos e reservatórios. Fotossíntese, respiração, estratificação térmica, eutrofização e monitoramento ambiental conforme CONAMA e ANA.
O oxigênio dissolvido (OD) é essencial para a vida aquática, controle de poluição e tratamento de efluentes. Entenda os fatores que afetam o OD, como medi-lo (Winkler, sondas galvânicas/polarográficas/ópticas) e sua relação com DBO e OUR.
Os sólidos dissolvidos totais (TDS) representam a soma de todos os minerais, sais e íons dissolvidos na água. Níveis elevados afetam o sabor, a cor e podem causar incrustações; níveis muito baixos tornam a água corrosiva. Este artigo aborda fontes, medição, padrões regulatórios (incluindo a Portaria GM/MS 888/2021) e tecnologias como osmose reversa, troca iônica e destilação.
A crise da água nos obriga a trabalhar em novas tecnologias para a reutilização do recurso mais precioso para a vida. Mas talvez tenha pensado: porque não a criamos do zero nos laboratórios, se já sabemos que H2O é a sua “receita”?
Aprenda os fundamentos da troca iônica, tipos de resinas, regeneração química, dimensionamento de abrandadores e desmineralizadores, com exemplos resolvidos e diagnóstico de falhas.
Taxa de aplicação superficial, profundidade, tempo de detenção, zonas aeróbia/facultativa/anaeróbia, modelos hidráulicos de mistura completa e fluxo disperso, DBO solúvel e particulada — com exemplos resolvidos de Von Sperling Vol. 3
O primeiro passo é entender que no dia a dia multitarefas da operação de uma ETE é comum a equipe de operação ter que resolver problemas técnicos comuns aos processos, como controle de pH, teor de sólidos, rotinas de limpeza de equipamento entre outros, além disso é preciso também lidar com problemas além do perímetro da operação. A quebra e falha de equipamentos, sensores, bombas e etc, implica em aumento de pressão sob o time de operação, embora estes são responsável pelo uso e cuidados com os equipamentos, nem sempre é questão apenas de falha humano, equipamentos precisam de manutenção preventiva, periódica e corretiva e quando isso é negligenciado há sérios reflexos na operação da ETE.
Já o segundo ponto é ter um bom plano de manutenção e agilidade nas ações corretivas e preventivas por meio disponibilidade de peças de reposição (spare parts), disponibilidade de profissionais qualificados, treinados e prontos para auxílio na ETE. Além é claro de uma boa dose de bom relacionamento interdepartamentais, pois muitos dessas questões são gerenciadas pelo supervisor da operação da ETE, equipe de manutenção, gerência de fábrica e etc, portanto é preciso ter bons alinhamentos e entendimentos entre as partes para que problemas técnicos sejam resolvidos de modo efetivo e mais harmonioso.
Além do ponto de vista digamos burocrático mencionados anteriormente, uma equipe motivada, bem treinada e capacitada, tende a obter melhores resultados. As tecnologias de tratamento estão sempre em aperfeiçoamento e há muitas novidades no mercado, por isso o treinamento seja para fins reciclagem de operadores já experientes e formação de novos profissionais é a chave do sucesso da operação da ETE.
No curso Operação & Controle de ETE, iremos abordar as principais técnicas de tratamento, gerenciamento, controle operacional por meio de conceitos técnicos clássicos de processos físicos, químicos e biológicos e também explorando aspectos como os descritos anteriormente, os conceitos os quais muitas vezes os livros não trazem, pois são obtidos pelo convívio e compartilhamento de experiências.
Por: Henrique Martins Neto