PURIFICADORES BACTERICIDAS: A MELHOR ESCOLHA PARA SUA SAÚDE

Se você se preocupa com sua saúde, já deve ter pensado sobre a qualidade da água que está consumindo. Afinal, hidratar-se regularmente é o primeiro passo para manter a imunidade em dia. Talvez já tenha analisado se a água que está bebendo tem cheiro, cor, sabor…mas existem organismos que passam despercebidos nesses testes: as bactérias.

Bactérias são organismos unicelulares com diâmetro entre 1 à 5 micrômetros. Seu tamanho pode ser pequeno, mas seus efeitos são grandes. A E.coli, por exemplo, é uma bactéria já naturalmente presente no intestino de humanos e animais. No entanto, existem tipos de E.coli capazes de causar doenças, como infecções urinárias e intestinais. Muitas vezes o contágio por essa bactéria acontece por meio de consumo de água contaminada: por mais que ela tenha recebido o devido tratamento nas estações, é possível a propagação de bactérias na tubulação que transporta o líquido e nas caixas d’água.

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Por isso é importante consumir água somente de purificadores bactericidas. Esses aparelhos são responsáveis por realizar um tratamento ainda mais minucioso na água, garantindo sua segurança e a proteção contra diversas doenças.

AÇÃO OLIGODINÂMICA – O PODER DE ELIMINAR AS BACTÉRIAS

Quantidades extremamente pequenas de certos metais podem exercer efeito letal sobre as bactérias. Isso é conhecido como ação oligodinâmica, termo que se origina do grego: oligos = pequeno, dinamikós = poder (Pelczar, 1996). Esses metais oligodinâmicos, particularmente a prata, têm sido usados com o propósito de controlar populações microbianas na preparação de artigos assépticos, tais como curativos e pomadas, impregnações em diversos tecidos e em tratamentos de água. (Pelczar, 1980).

Quanto a este último caso, o potencial da ação oligodinâmica foi descoberto pelos egípcios. Eles notaram que ao colocar moedas de prata em barris de água, mantinham a região limpa de crescimento orgânico indesejável. Ou seja, as moedas liberavam pequenas quantidades de metal que inibiam o crescimento das bactérias ao redor delas. (Tortora et al.,2012).

Zinco, prata, cobre, chumbo, cádmio, níquel e cobalto:

Todos estes metais possuem ação oligodinâmica (Pepper et al., 2015). Estes elementos são utilizados em diversos produtos como bochechos bucais, xampu anti-caspa, medicamentos para queimaduras, sempre com a finalidade de controlar o crescimento bacteriano. Inclusive, os íons de prata (Ag+)  mostram fortes efeitos biocidas em até 12 espécies de bactérias, incluindo a E. coli (Zhao & Stevens, 1998).

Os efeitos letais desses metais nas bactérias podem ser divididos em dois grupos: o primeiro de caráter bacteriostático, que atua na inibição da proliferação de populações microbianas; e o segundo que se associa ao efeito bactericida, que resulta na morte celular efetiva das bactérias já presentes no meio.

SOLUÇÃO FILTROCEL – MÍDIA FILTRANTE COM EFEITO BACTERICIDA

Celta Brasil trabalha desenvolvendo e comercializando produtos com base em zeólitas naturais desde 2002. As zeólitas são minerais naturais micro porosos, com alta capacidade de troca catiônica – ou seja, suas cavidades podem ser ocupadas por diversos elementos com grande liberdade de movimento. Além disso, ela atua como barreira física, com grande potencial de remoção de sólidos em suspensão, turbidez, cor e SDI.

Com intuito de atender o mercado de fabricantes de purificadores, desenvolvemos em nosso laboratório o Filtrocel: mídia filtrante com efeito bactericida. Este produto é constituído por zeólitas naturais quimicamente modificadas, beneficiadas pela ação oligodinâmica de metais. Assim sendo, Filtrocel se destaca por ser uma mídia filtrante completa para purificadores: mata todas as bactérias e garante uma água cristalina e de qualidade assegurada pela portaria de potabilidade.

Para que seu potencial seja aproveitado ao máximo, o Filtrocel deve ser montado em filtro juntamente com o carvão ativado com prata, preferencialmente separados por camadas. Essa combinação faz com que esses dois materiais sejam complementares e trabalhem de forma sinérgica, potencializando a eficiência bacteriológica no purificador.

Isso acontece pois ambos minerais possuem características diferentes, como densidade, porosidade, além de terem recebido tratamentos e beneficiamentos tecnológicos diferentes.

COMO É FEITO O ENSAIO BACTERIOLÓGICO EM PURIFICADORES DE ÁGUA?

O ensaio de eficiência bacteriológica é feito seguindo a normativa do Anexo E da ABNT NBR 16068:2012. Este método é aplicado aos aparelhos de ponto de uso e dispositivos de melhoria que se destinam à eficiência bacteriológica.

As análises microbiológicas são realizadas de acordo com a membrana filtrante conforme o Standard Methods for the Examination of Water and Wastewater (APHA/AWWA, 2005). Utiliza-se uma bancada de ensaio composta por um sistema hidráulico para a instalação da coluna com o meio filtrante. Todos os materiais usados no sistema hidráulico são materiais atóxicos e de fácil assepsia.

Para a realização do ensaio, prepara-se com antecedência mínima de 18h uma cultura em fase estacionária de desenvolvimento de Escherichia coli ATCC 11229 (American Type Culture Collection), por cultura em água peptonada tamponada a 1%, incubada a 36°C ± 1°C por 18 h. Antes de iniciar o processo, verifica-se a água de ensaio encontra-se ajustada conforme procedimento, para confirmar a ausência do cloro ou outras substâncias deletérias a micro-organismos.

Verifica-se, também, a ausência de bactérias do grupo coliforme em 100 mL da água usada para este ensaio. Acrescenta-se acultura do micro-organismo à água de ensaio (água de desafio), até os números de células viáveis correspondentes atingirem os valores estabelecidos para a concentração inicial (Tabela 8).

Determina-se o número de células viáveis para contaminar a água de ensaio de acordo com a Tabela 8, calculando a quantidade da cultura que deve ser adicionada à água de ensaio. Em seguida, coleta-se uma amostra da água de desafio antes de iniciar sua passagem pela coluna com o meio filtrante.

REALIZAÇÃO DO ENSAIO E COLETA

Para a realização do ensaio, descarta-se inicialmente, cerca de 3 vezes o volume interno da coluna usada para este ensaio. Em seguida, desloca-se 3 vezes o volume interno do aparelho para manter todo o sistema em contanto direto com a concentração inicial de Escherichia coli em 100 mL.

Para a realização da coleta da água, recolhe-se 100 mL de água em recipiente esterilizado e em duplicata, para realizar a contagem de bactérias.

Repete-se o ensaio após a passagem de 95% do volume de água clorada com 0,5 mg L-1 ± 0,05 mg L-1 de cloro livre. Esta porcentagem refere-se ao ciclo de vida do meio filtrante em relação à eficiência bacteriológica, conforme declaração que para este estudo foi de 1000 litros. O ensaio é mantido sob vazão constante determinada pelo fabricante do purificador durante todo o ensaio.

Por fim, realiza-se a contagem das colônias de E. coli típicas em placas contendo de 20 a 80 colônias. O resultado final foi expresso em UFC (unidades formadoras de colônias) de E.coli em 100 mL.

A partir desta análise é possível assegurar se o purificador de água tem ou não eficiência bacteriológica. Com a aprovação, o equipamento consegue receber a certificação e selo do INMETRO. Diversas marcas de purificadores de água já conseguiram a certificação em eficiência bacteriológica em seus purificadores com a ajuda do Filtrocel.

Caso tenha alguma dúvida ou precise de ajuda na montagem da configuração do seu refil, entre em contato conosco!

*Este artigo foi escrito por Giovanna Calabria, Gestora de P&D da Celta Brasil.


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